Void Podcast #008 – Cada um no seu cada um, com um pouco do cada um dos outros

Olá desenvolvedores, designers, analistas, arquitetos, DBAs (nós também gostamos de vocês) e loucos em geral!

Bem-vindos ao Void Podcast (o retorno). Trata-se de uma conversa, de três bons amigos, geograficamente afastados, em seus equipamentos estilosos (só deu Apple nesse void), em clima de bar, sobre qualquer assunto.
O Void Podcast Experience foi tão “viajante” que ficamos perdidos. O notebook do Leandro não aguentou e se despediu (RIP VAIOssauro). Agora, voltamos em versões turbinadas (Leandro passou a usar um MBP) e muito mais classudas.

Hoje, escute um void inflamado sobre … mercado. Vamos falar sobre profissionais, empresas e as respectivas relações. Participe do bate-papo entre o (barbudo) Leandro Daniel (@leandronet), o quase-formal (?!) Vinícius Quaiato (@vquaiato) e o (calvo, segundo os caluniosos) Elemar Jr (@elemarjr).

Participe, comente, critique! Estamos felizes em voltar.

Vida longa e próspera. Em caso de dúvida, lembre-se 42!


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Voidpodcast – 08 – Mercado de TI (75,3 MB)

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23 respostas em “Void Podcast #008 – Cada um no seu cada um, com um pouco do cada um dos outros

  1. Pingback: Twitted by cleytonferrari

  2. Realmente estamos em um apagão de profissionais, de bons profissionais, estamos aqui no fim do mundo a esquerda (Rondônia) e a falta de profissionais é grande, e outra coisa, há falta de alunos nos cursos superiores e técnico.

    Se um engenheiro sai de uma faculdade você supõe que ele saiba construir um prédio, já se um acadêmico de cursos de tecnologia sai de um curso, você supõe que ele não sebe nada, é esse perfil que precisamos mudar nas faculdades, aqui na faculdade estamos mudando esta visão, adotando uma tecnologia especifica, explicando todo o processo ao acadêmico, e no ultimo ano do curso mostramos as outras tecnologias que fazem a mesma coisa. Tentando explicar alguma coisa do começo ao fim, sem um monte de introdução a X, introdução a Y.

    Acredito que o principio de tudo é a vontade, e de gostar muito mais muito mesmo de estudar, essa porcaria de profissão que escolhemos muda muito! bem que minha mãe falou pra me formar em Matemática! haahhah, mas o sangue corre em binário na veia.

    Vocês estão reclamando de barriga cheia ai, pega esse feijão e tenta cozinhar aqui no fim do mundo a esquerda! tenta!

    • Na verdade não se espera de um Engenheiro recém formado que ele saiba construir um prédio.

      A diferença da oferta x demanda de profissionais na área acaba promovendo profissionais precocemente a funções as quais eles ainda não estão preparados para atuar. Fazendo com que um recém formado na nossa área receba a responsabilidade de “construir um prédio”.

      Na minha opinião é responsabilidade das empresas formar os profissionais e tornar o ambiente e os desafios atraentes para os talentos. Ainda que isso seja feito em parceria com as universidades.

  3. Quem sou eu? Na verdade apenas um desconhecido que está aprendendo muito com vocês.

    Sobre o void, falta de profissional qualificado, cursos de má qualidade, empresas despreparadas para o novo cenário, tudo isso é fato. O problema existe em ambos os níveis, mas creio que os bons profissionais que detém de certa experiência podem ajudar a empresa, propondo treinamentos como o Elemar mencionou.

    E esse problema não se restringe só a área de desenvolvimento, mas a todo o nicho da TI. Como exemplo, na empresa atual que trabalho, do pessoal do suporte apenas duas pessoas tem experiência, os demais são muito despreparados, vale a pena demitir?

    Acho que se empresa traçar um bom plano de treinamento/crescimento pessoal/profissional, esse cenário tende a mudar.

    Obs: Nos meus quase 10 anos de trabalho, acho que desta vez vou tirar férias :).

    • Grande Pedro Jr, agora sim! hehehehe

      Então, esse seria o melhor dos mundos, infelizmente não é assim que ocorre. Mas, sendo uma área pueril como é TI, as coisas tendem a evoluir e melhorar.

      Abraços!

      Leandro Daniel

    • Fala man… Se o pessoal me convidar novamente, sim. Eu gosto bastante de conversar com o público universitário justamente para tentar passar um pouco do mundo real.

      Mas caso não aconteça vários profissionais muito bons estão dando palestras praticamente todos os meses em eventos aqui em São Paulo. Fique ligado na agendatech sempre tem algo muito bom rolando: http://www.agendatech.com.br/

      Abraços man,
      Vinicius Quaiato.

  4. Em algum momento, eu entendi que não é só na capacitação dos profissionais que o problema reside.
    Junto com alguns colegas, iniciamos um programa de capacitação para ajudar a qualidade técnica da equipe a evoluir e ter condições de vender novos projetos num novo nível de qualidade.
    Isto foi muito útil até descobrirmos que agora temos condições de vender essa qualidade, mas a empresa continua não vendendo.
    Tentamos pegar na mão da empresa e levar ela a uma posição mais próxima do cliente no momento da venda, mas ela barra nossa atuação nesse momento.
    Claro que ainda sobra a velha opção de demitir a empresa, que acabou virando minha opção no fim das contas.
    Mas eu gostaria de ter tido mais êxito na tentativa de fazer a empresa acordar para o fato de que ela está indo para o tal “curto caminho longo”. Existe um perfil de profissional que ela nunca vai ser capaz de contratar, justamente por fazer questão de manter as coisas como estão.

  5. Pingback: O desenvolvedor Joselito: aquele que não sabe trabalhar! « Robson Castilho

  6. Iae galera!
    Vamos lá, alguns comentários mais ‘técnicos’:
    1 – Leandro, cada vez mais as músicas tão mais bem escolhidas, Money for Nothing encaixou perfeitamente 😛
    2 – Eu, particularmente, acho que a música no segundo plano está alta demais (não só nesse, mas nos anteriores também), tirando um pouco o foco da conversa, principalmente quando muda a música, e em alguns momentos ainda ficou tocando 2 músicas diferentes ao mesmo tempo!
    3 – Seria interessante aplicar um dehisser (tira o ssshhh dos S), quem escuta através de fones de ouvido como eu, as vezes fica meio chato os ‘assovios’ involuntários nos ‘esses’.

    Então voltando ao assunto propriamente dito…

    Como disse o quaiato, eu estou no nível ‘cru’ da coisa, e depois do post em meu blog que originou a discussão no DNA, pude rever algumas várias coisas que eu nunca havia parado pra pensar, afinal tou com 21 anos agora e entrando no mercado há pouco tempo…

    Mas então pergunto… O que definiria um cara ‘bom’, que ‘sabe o que faz’ e ‘tem propriedade’? mexer com macros no word não o faz programador, assim como ler meia dúzia de livros e alguns blogs ‘pops’ também não lhe faz um ‘bom programador’, mas esse cara já está pelo menos num bom caminho…

    Alguém falou em você ‘demitir’ as empresas, e antes de ‘contratar’ uma empresa, ir atrás, passar alguns dias na empresa, ver como funciona e etc, mas vejo problemas para 2 grupos de profissionais.

    1 – Quando a empresa é em outra cidade, o que fazer? Raramente é possível que você vá passar um tempo lá ‘sem compromisso’ para ver como funciona. E conversar com funcionários da empresa(único meio que consegui pensar) nem sempre é um meio confiável, pois existem vários perfis e vários projetos numa mesma empresa, e a realidade dele pode não ser a sua.

    2 – Se você ainda é ‘cru’ não está exatamente numa posição de escolher, então o que fazer? Ficar numa empresa ‘ruim’ até amadurecer, e ir para uma melhor, ou esperar até conseguir entrar numa ‘boa’ ?

    Também comentaram sobre o profissional que não fica muito tempo numa empresa… Já ouvi muitos comentários assim, mas, não é melhor o cara ir procurando um local interessante, ao invés de ficar ‘empacado’ num ambiente que não lhe faz bem pessoalmente nem profissionalmente?

    Vi que falaram muito também sobre as empresas terem que formar os caras lá dentro, então pergunto… De que serve a universidade nisso tudo? As pessoas estão só perdendo 4/5 anos da vida para não aprenderem nada? Ou ficar no nível de alguém que simplesmente fez curso técnico e acabou tendo a mesma ‘formação’ que você através da empresa?

    Concordo com o que foi falado também sobre ‘apertar parafusos’, por que a realidade é essa? Não existe demanda para projetos que exijam criatividade, e pensamento das pessoas? Ou é problema de mentalidade de clientes e empresas que ainda não aprenderam a comprar/vender software? Seria isso culpa da situação em que TI é apenas um meio, e não um fim, e sirva apenas como ‘meio-de-campo’ / ‘corpo de bombeiros’ apagando incêndios apenas?

    Enfim, muita coisa pra falar, vou fazer um novo post com tudo que chegou até mim através do primeiro, como a discussão no DNA, esse void, e os comments lá.

    Acho que já falei d+, até!

    Abraços e continuem aí 😀

    • Fala David, tudo bem?

      Acho que o plugin pra isso se chama DeEsser (que tira as frequências exageradas da pronúncia do “S”) se não me engano. Também fico sempre com a impressão de que o som de fundo está alto demais. Interessante que toda vez que ouço o podcast durante a edição parece que o volume do fundo esta adequado, mas depois que eu exporto…

      Acontece que eu uso um programa de edição muito simples (open source). Mas tenho certeza que meus amigos do Void (Arrobinha e Eleonor) ficarão sensibilizados com seu comentário e comprarão um programa decente pra mim. 😉

      Esse tema é bastante rico, talvez role uma segunda parte mais pra frente, quem sabe?

      Abraços!

      • É, não sei qual seu programa, eu brinquei um pouco com edição de aúdio no Windows, com o SoundForge e o Vegas, lá chamavam de dehisser xD Acho que o aparelho físico se chama dehisser também. Basicamente ele corta as frequência muito altas e muito baixas. Como os ‘assovios’, imagino que o deEsser faça o mesmo pelo nome … (Só googlar de-Hisser e comparar).

        Achei que vocês tinham comprado um programa, que tinham até fechado o ‘contrato’ de 12 meses do void que iria ser o tempo da licença do programa.

        T+

  7. Vocês poderiam colocar o link dos programas, podcasts e dicas mencionadas na leitura de e-mail e durante o programa, não apenas dos eventos que participarão.

    • Boa pedida Ivan! Tenho certeza que meus amigos (arrobinha e Eleonor) terão o maior prazer em fazer isso nos próximos. =D

      (hoje estou mais sarcástico que o normal… hehehehe)

  8. Pessoal mais uma vez parabéns pelo podcast, está muito bacana e com boas musicas como Dire Straits.
    Resumindo minha opinião sobre o assunto abordado e como dito, o maior problema está na falta de maturidade de quem faz, vende e compra (meus deus estamos vivendo um caos) e não sei se vai existir uma solução para o que ocorre hoje a curto ou médio prazo.
    E gostaria de uma definição de vc´s do que é um bom profissional? Realmente é complicado definir um.
    Ah mais uma coisa está bem difícil encontrar ambientes de trabalho que sejam legais de se trabalhar, a grande maioria é bem ruim, não acho tão fácil assim “escolher um bom ambiente”
    Abraços galera ….

  9. Olá pessoal,

    Só queria deixar registrado que não é regra que PJ não possua férias e 13º. Eu sou PJ e possuo férias e 13º remunerados. Além disso, sou CLT também com o mínimo da categoria (Eng. da Computação).

    Trabalho para a mesma empresa há 13 anos.

    Abraços.

  10. Falae Srs. Primeira vez que ouvi o podcast de vcs. Vou deixar uns comentários aqui…

    Virei CLT ha menos de um ano e já to sonhando com minhas férias, com passagens compradas e mochilão sendo programado. Amém.

    Acrescentando a discussão, uma coisa que acho que é válido se por na balança quando se escolhe uma empresa pra se trabalhar, é o valor que darão a suas escolhas. Um desses pontos é a carreira Y (o Quaiato bate muito na tecla do “sou técnico e não quero ser gerente”, e eu concordo – http://www.empregoecarreira.com/voce-sabe-o-que-e-%E2%80%9Ccarreira-em-y%E2%80%9D ). Vejo que algumas empresas estão abraçando essa nova organização do organograma e isso trás bastante satisfação aos profissionais.

    No mais, parabéns, muito bom o conteúdo. Vou arrumar tempo pra ouvir os demais. O Quaiato é um ser bem mais aprazível falando que escrevendo e trollando tudo e todos, hehehe. Me surpreendeu!

    Abs

  11. Pingback: Podcasts Recomendados « Programando .NET

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