Void Podcast #017 – Strawberry Brownfields Forever

Olá desenvolvedores, designers, analistas, arquitetos, DBAs, testadores, loucos em geral!

Bem-vindos ao Void Podcast. Trata-se de uma conversa bem-humorada, entre três (na maioria das vezes dois) bons amigos sem-prestígio (com eventuais convidados prestigiosos), em clima de bar, sobre (quase) qualquer assunto.

Dessa vez, vamos atolar no Brownfield! Contando com o apoio do, sempre herói dos usuários de tecnologias legadas, o mago das mazelas corporativas, o gênio do VB (em toda sua plenitude), Emanuel Gomes Brandão (@egomesbrandao), nos perdemos em um imenso campo de .. bem .. dejetos marrons indesejáveis.

Nesta edição, contamos com a participação parcial do (a cada dia mais) gerente Vinícius Quaiato (@vquaiato). Que até apareceu, mas sumiu, sem despedidas e sem ressentimentos, nas (des)conexões que apenas noites de trabalho e boas conexões de internet conseguem propiciar. Há boatos que esteja perdido em algum brownfield (quem souber notícias, favor avisar).

Ouça o esforço sincero do (diabético, quase atleta, Most Void Person) Elemar Jr (@elemarjr) em se solidarizar com a condição marrom dos amigos de mesa. Em um dia estranhamente bem-humorado, feliz por ser pobre e limpinho, faz piadas com quase alguma graça. Para não ficar excluído, confessou criar seus próprios brownfields.

Com a edição honrosa, digna em resgatar do atoleiro o void nosso de cada dia, do Leandro Daniel (@leandronet) – mestre também em definições insistentemente contestadas e viciado em justificativas corporativas. Descanse um pouco e relaxe ouvindo as lições de (pseudo) vida dos nossos lamuriosos heróis.

Depois de tudo, se ainda estiver por aqui, comente! Mas, lembre-se: Se é para ter um gerente, que seja o Brandão.


Ouça

Download
Void Podcast #017 – Brownfield (62,4 MB)

Links

Anúncios

19 respostas em “Void Podcast #017 – Strawberry Brownfields Forever

  1. Enquanto as grandes consultorias lucrarem com as horas gastas no projeto, não haverá intenção de melhoria para os ambientes brownfield.
    Por exemplo, a Spread em 2011 parabenizou a equipe de um determinado cliente por terem lançado milhares de horas. O número em questão representou uma lucratividade espetacular para a empresa. No entanto, durante todo o período (2010) não tinha sido feita uma entrega sequer para o cliente. O desenvolvimento estava todo atrasado devido à péssima forma de desenvolver no framework corporativo que o Cliente tinha funcionando internamente.
    Aí vocês já podem perceber como as empresas não só não ligam para o brownfield, como ainda o abraçam, pelos números que ele consegue gerar com as horas gastas nele.
    Enquanto estas empresas cobrarem por hora (e os clientes pagarem) o brownfield terá seu lugar garantido nas empresas (menos naquelas onde a ética vem acima de tudo).

    • Como comentei no episódio, infelizmente esse tipo de situação é recorrente (embora o Elemar pareça não acreditar, hehe).

      Gostaria de deixar uma provocação: você seria capaz de citar 3 empresas onde a ética vem acima de tudo? (perceba que mesmo nessas empresas, pode existir brownfields).

  2. Bom, a empresa onde trabalho atualmente apanhou muito por causa da frustração com os assinantes com a experiência ruim que o produto proporcionava (e ainda proporciona, embora estejamos trabalhando bastante pra melhorá-lo em muitos aspectos).
    Isso fez com que a empresa assumisse um compromisso consigo mesma a respeito de mudar a forma como o assinante a enxerga.
    Ok, ok… eu sei que isso também soa meio demagógico. Mas o primeiro passo pra uma empresa pensar assim é justamente a ética. Apesar de saber que ética não se restringe somente ao respeito que um fornecedor tem com seu próprio cliente, mas muito do que se vê por aí já bem na contra-mão disto (como a empresa de onde saí, conforme citado acima, e tantas outras que andam na mesma direção).
    Dito isto tudo, a melhor resposta que posso te dar é “não, mas a esperança ainda tá longe de morrer”.

  3. Pingback: egomesbrandao, blog » Brownfield, Greenfield, Legacy, … O que é tudo isso?

  4. Excelente episódio! Realmente eu não conhecia o termo brownfield. Não que eu não tenha vivido um ou que eu não viva, mas só não sabia que existia um termo tão bacana pra isso… hehehe.

    Seria possível vocês colocarem no post os links dos livros citados? Eu me interessei especialmente por um que o @egomesbrandao citou sobre testes em cima de brownfileds.

    Muito obrigado.

  5. Achei interessante a discussão sobre “sair do brownfiled”, pq veio calhar com um momento que passo. Um dos lugares onde presto serviço atualmente, temos uma solução que é vendida como produto “pronto” , porém é implementada como projeto, ou seja, fazemos sempre mais do mesmo, repitimos sempre os mesmo erros, etc… e o cronograma é cada vez mais curto (pois é vendido como “pronto” ou ouço coisas como “tal projeto tem isso, dá um ctrl+c e ctrl+v”).

    Cheguei até levantar algumas sugestões para melhorarmos as coisas,mas sempre ouço “É complicado fazer isso com o avião voando”. Como Leandro disse, as vezes o cara não quer mudar, pq não enxerga uma vantagem nisso, mesmo com os problemas de alta rotatividade, códigos amaldiçoadas(com avisos de “não entre aqui, jovem aventureiro”), etc…

    Fiz uma escolha de inciar uma campanha de maneira independente (sem permissões) e estou elaborando um prototipo onde demonstro como será mais “fácil” lidar com as customizações, porém se não rolar, vou seguir a dica do Elemar e procurar “outro lugar para brincar”.

    Esse void tava animal, parabéns!

  6. Tô atrasado, eu sei. Mas queria comentar. Um dos casos mais bizarros de brownfield que já vi (não é o mais), lembrei com a história dos 101 joins do Leandro.
    Era uma aplicação em progress, com uma tabela com 23 campos na PK. A tabela tinha mais de 100 campos.

  7. Pingback: Void Podcast: episódios #017 ao #020 disponíveis! | Leandro Daniel

  8. Pingback: Ética e desenvolvimento de software | Leandro Daniel

  9. Pingback: Brownfield, Greenfield, Legacy, … O que é tudo isso? | egomesbrandao | blog

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s